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Mostrando postagens de junho, 2008

VANCOUVER 1990/91

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Totens no Stanley Park Burrard Bridge vista do prédio vizinho do meu prédio. Esta rua é a Burrard Street. Ao fundo vemos o Canada Place e o centro da cidade. A vista é a partir do Stanley Park. Yaletown e o Science World Eu morava nesse local aí, bem atrás do edifício mais alto à esquerda da foto. A rua que aparece na extrema esquerda é a minha, Hornby Street. Lindo não é? Enquanto ainda morava no Japão, fazendo meu mestrado, tive a oportunidade de ir a Vancouver, Canadá, em virtude de umas pesquisas que eu utilizaria na metodologia do mestrado e cujo professor/pesquisador, concordou a me receber em Vancouver para que pudessemos discutir tais métodos. É claro que isso foi uma excelente desculpa para eu passar o Natal e Ano Novo fora do Japão, pois já seria o terceiro ano sem Natal (Não esqueça, que lá eles nao são cristãos!). Pois bem, conversei com meu orientador em Tokyo e ele me autorizou a ir a Vancouver durante o recesso de inverno. Fui para Vancouver dia 22 de Dezembro de 1990. C...

Orkut

Olá amigos! Depois de anos fora do tal Orkut, estou de volta ao site de realcionamentos mais acessado no mundo. Espero que não seja a chatice que era no outro perfil, onde os "alunos" me encheram o saco com recadinhos cretinos de pedidos de nota e coisas afins. Um desses e eu caio fora de novo. Talvez vocês concordem comigo, mas sempre achei que o Orkut era lugar para diversão. Pelo menos tenho me divertido com o retorno e devo parte disso aos meus excelentes alunos da São Judas Tadeu. Valeu gente!

Abre parênteses: Uma pausa nas viagens. Fecha parênteses

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Não posso deixar de postar essas fotos minhas com minha melhor amiga, a Fabi. Ela está longe, mas dentro de mim. Acho que ficamos ótimos (como sempre) nessas fotos e assim posso dizer mais uma vez que te amo muito amiga! Beijos no coração (e mais...)!

Maku Donarudo (Mac Donald's)

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Eis aí uma paixão antiga...

New York City, USA, 1992-1993

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Decidi passar o Natal e Ano Novo de 1992 para 1993 em New York. Fui ára lá no meio de dezembro e voltei no início de janeiro. Foi uma das minha melhores viagens. Encontrei lá com a Gabriela, uma amiga, e nos divertimos muito. Passeamos muito, patinamos no Central Park, tomamos chá no Plaza Hotel, andamos naquelas odiosas e breguíssimas carruagens no Central Park, fomos ver as luzes de natal no Rockfeller Center na noite do dia 24 (30 Rock). Dia 25 fomos ao cinema. A Gabi estava visitando a Carla, sua irmã, em Toronto e desceu para passarmos um tempo juntos. Foi DEZ! Aqui tem duas fotos dessa viagens. Prá mim, foi a primeira do que, até hoje, já foram muitas idas a NYC! Totally cool.

Mais fotos de aeróbica

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Olha que demais essas fotos. Isso é que eu chamo de atleta!

Aeróbica

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Eu e Nomura na final do campeonato japonês. Aí ele já era o campeão. Pose de campeão! O público! Os finalistas Foi no Japão que descobri minha paixão pela aeróbica. Foi totalmente por acaso que eu comecei a frequentar a Tipness Fitness Club e a fazer duas ou três aulas de aeróbica por dia, até que fui convidado a participar da equipe da academia e acabei participando do campeonato nacional e depois do mundial. Foi muito legal. Aqui tem uma foto minha com Nomura Kenichiro, muitas vezes campeão japonês e algumas vezes campeão mundial. O cara é dez. Os melhores do mundo são sem dúvida o Claudinho Franzem e o Nomura. Dois super atletas!

Flor de cerejeira (Sakura)

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Uma das épocas mais bonitas no Japão é a época em que florescem as cerejeiras. A rua ao lado da universidade era inteira de cerejeiras. Fiacava lindo. Olha só...

Antes da Austrália, ainda em Narita Airport...

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Para ir embora do Japão, tive que ir (pela enézima vez) a Narita Airport. Quem me levou foi a Sakamoto san, junto com o Klaus Fiereck e um amigo nosso que no momento não recordo o nome. Fomos cedo e deu tempo ainda de tomarmos umas cervejinhas...

Mais algumas fotos da Austrália

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Austrália

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Depois da apresentação do mestrado, fiquei alguns dias em Tokyo, pois tinha que fechar o apartamento do Toshi, mandar algumas coisas dele para a casa da mãe dele e fechar o meu apartamento no dormitório e enviar minhas coisas para o Brasil. Tinha tantas coisa que deu um container com 486 quilos. Claro que para enviar isso tive que solicitar liberação na alfândega em Tokyo e no consulado do Brasil em Tokyo, para não pagar taxas na chegada do material aqui. Depois disso tudo, fui para a Austrália. O Toshi estava me esperando em Brisbane, de onde fomos para a Gold Coast onde ele iria fixar residência. Fiquei um tempo com ele lá e depois saí para conhecer melhor o continente "down under". Muito legal! Tenho muita vontade de voltar lá. Passei também pela Nova Zelândia no caminho para o Brasil, mas não curti muito. Preferi a Austrália! De longe!!!

Despedida do Japão

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Toda a turma do laboratório. Tá faltando só o Hirota Sensei Eu, Sakamoto e o Kuroiwa. Imagina o estado das crianças. Nós três acabamos ficando inseparáveis. Ela foi, sem dúvida alguma, a pessoa que mais me ajudou no Japão. Em Tokyo tinha uma churrascaria chamada "BACANA" (Ainda tem!), onde podíamos comer carne a um preço incrivelmente barato (para os padrões japoneses, é claro!). Lá fizemos minha despedida, pois de lá fui encontrar o Toshi na Austrália. As fotos da despedida... no Bacana!

Minha apresentação da dissertação de mestrado

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Acho que poucas vezes eu fiquei tão nervoso. Lembro bem! Foram muitas noites sem dormir, lendo e relendo todo o trabalho. Meu orientador tinha mandado eu refazer quase o trabalho inteiro umas três vezes. Eu e o Kuroiwa ficamos muitos dias enfiados no laboratório de informática, cuidando disso. Ele então quase pirou. Nós dois não vimos a luz do dia por cinco dias eu e sete dias ele. Foi uma loucura. No dia que entregamos a cópia final do trabalho, fomos para o dormitório e... dormimos. Dormimos muito. Lembro que só acordamos na noite do dia seguinte. Foi quando assistimos o filme "Dance with wolves" e colocamos nossos nomes de Tatanka I e Tatanka II, que significa búfalo. O horror que passamos nos uniu. O Kuroiwa já era um dos meus melhores amigos e ficamos muito próximos depois desse estresse. Chegado o dia, eu, ele e a Shin (Korea) apresentavamos nossos trabalhos. Todos estavam curiosos com minha apresentação, pois foi em Japonês e tinha gente duvidando da minha habilidade ...