Acabei de assistir o filme "The Age of Adaline" e fiquei muito contente porque pude me ver em mais uma bela produção gravada aqui em Vancouver. O filme fala de uma mulher que por circunstâncias resultantes de um acidente de carro, pára de envelhecer. O não envelhecimento faz com que ela não se permita amor nem proximidade, sob pena de sofrer. O filme não é muito bom, mas gostei. Pouco depois, já em casa, assistindo um vídeo no YouTube um cantor diz que a pessoa mais próxima dele no mundo é a vó dele, que está ali, atrás do palco, assistindo a apresentação. Ligando uma coisa na outra, pensei o quanto eu não permiti às pessoas que se aproximassem de mim e me conhecessem verdadeiramente e vice-versa, ou seja, o quanto não tenho ninguém a quem eu possa dizer que é próximo de mim. Nem família, nem amigo. Não tenho ninguém próximo. Nunca tive. Amei e amo, mas isso não significa proximidade. E eventualmente me sinto só. Ontem também fui ao cinema, dessa vez assistir um belo fil...